Carlos Loures
Há uns anos atrás, estava em Barcelona e, convidado por um colega catalão, tive ocasião de assistir no Centre d'Estudis i Recursos Culturals a uma intervenção do ensaísta e geneticista francês Albert Jacquard (1925) integrada numa jornada de debate interdisciplinar sobre o desenvolvimento territorial a partir das relações entre educação, acção meio-ambiental e cultural. Ouvira já falar de Jacquard,. Na minha profissão tudo nos passa pelas mãos, milhares de nomes, de conceitos, de A a Z, pois organizar enciclopédias a tal obriga. O que, embora nos dê o ar de idiots savants, não significa que saibamos tudo isso. Era o que faltava.
Confesso que Jacquard para mim pouco mais era do que um nome. A partir desse dia, deixou de ser assim. Este texto resulta das notas que tomei e que reforcei com a leitura da entrevista que, no dia seguinte, Jacquard deu, salvo erro, ao La Vanguardia e onde pude colher elementos que me tinham escapado na véspera. Não tenho a pretensão de reproduzir textualmente o que o sábio disse, mas sim de resumir o sentido daquilo que disse. Remeto-vos para a leitura dos seus livros, alguns dos quais estão traduzidos em português.
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
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