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sábado, 25 de setembro de 2010

Noctívagos, insones & afins: A questão do livro (ou o livro em questão)

Carlos Loures

Não conheço anúncio mais antigo do que este. Diz assim:

Tu, que desejas levar contigo os meus livros para qualquer parte
e procuras tê-los como companhia de longa jornada,
compra aqueles em que o pergaminho fica apertado em pequenas tábuas.
Deixa as prateleiras para os grandes (livros), em mim segura com uma só mão.
Não deixes, porém, de saber onde estou à venda e não andes errante,
perdido pelo cidade toda; com a minha indicação estarás certo:
a seguir às portas da Paz e ao foro de Minerva.

Este spot publicitário foi escrito em finais do primeiro século da nossa era. Escreveu-o Marcial, um poeta latino, nascido na Península Ibérica, em Bilbilis, perto da actual Calatayud, Saragoça, (c. de 40-104). A sua obra principal são os «Epigramas», poesias curtas e satíricas, tais como esta, muitas vezes citada: «Se a Glória vem depois da morte, não tenho pressa de a alcançar».

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Noctívagos, Insones & afins - Criança - Uma obra em aberto - brincar, jogar

Clara Castilho


A euforia dos jogos de futebol passam-me ao lado. Sendo do tempo dos 3 F’s (Fátima, Futebol e Fado), continuo a sentir alergias.

É bom haver algo para entusiasmar as pessoas, mas é mau que a união se faça só em torno de questões deste tipo.

Para mim o futebol é o do vídeo que aponto (sapo.pt – “A Bola”). Neste sentido, sou até capaz de sugerir a pais de certas crianças (meninos e meninas) que os inscrevam em clubes de futebol… E até invento que sou da “Académica” ( do mal o menos…) quando vejo no olhar de uma criança que a vou desiludir imenso se não tiver um clube desportivo. Este vídeo, é claro que é feito por profissionais e com objectivos bem claro e necessários. No entanto, a verdade é que as crianças são capazes desta criatividade. O que é de nos deve incentivar a continuar a apostar nelas. E no JOGO. O futebol enquanto jogo, enquanto prazer do movimento, enquanto aprendizagem de regras, de saber estar concentrado, de esperar a sua vez… (ah, aprender a esperar a sua vez, a respeitar os outros, isto está cada vez mais difícil!) É este futebol que gostaria que houvesse por todo o lado no nosso país, onde as crianças tivessem espaços para se movimentarem (sobretudo nas cidades), onde se pudessem deslocar livremente sem que os pais sentissem receios. E um tempo, também, em que as crianças tivessem tempo para brincar! E brincar ao ar livre, não “brincar” em jogos de computador, ou entregues à televisão”babby sitter” (Play em inglês = jogar, brincar). Este é um assunto importantíssimo a que se tem que dar maior atenção. Onde estão as “cidades educadoras”? Onde está a aplicação do artº 31 da Convenção sobre os Direitos da Criança?

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Mis Camelias - notas de pié de página 145-162

Raúl Iturra


[145] Periódico mensual A Página da Educação esta en el sitio: www.apagina.pt

El texto es: "A criança vella. Para um estatuto da regressão da vida", 1.500 palabras, una página del periódico en línea, en la Internet y en formato de papel. El texto es del año 9 del periódico, nº 89, Março 2000, p. 26. http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=203

[146] El mayor trabajo de nuestra madre siempre fue formar Centros de Madres, con las mujeres de los obreros del papá, enseñarles a cocinar comidas sanas, a organizar la casa y llenarla de floreros con ramos hechos a la Ikebana, de la cual ella era especialista. Hasta mandó al papá para que los trabajadores tuvieran la oportunidad de pintar la casa como quisieran. Fue un desastre, los colores escogidos con tenían nada en común com la casa de al lado. Fué necesário plantar árboles... para esconder las casa, eran, de hecho, arbustos o bushes...

[147] La flor nace en el verano, desde siempre, por lo que parece que Pascua viene ya del tiempo de la Conquista por los españoles de la hoy América Latina. Antes, había la fiesta de la pascua, no asociada al cristianismos, pero a los rituales nativos. Es lo que define la enciclopedia da la Internet: Euphorbia pulcherrima, también llamada Poinsetia o Flor de Pascua por coincidir su floración y forma más llamativa con la época navideña (en México es llamada Nochebuena), pertenece al género Euphorbia de la familia Euphorbiaceae. Frecuentemente utilizada en jardinería. Retirado de: http://es.wikipedia.org/wiki/Euphorbia_pulcherrima También hay la información que dice: Florece de noviembre a febrero y es esencial que la planta no reciba luz durante las horas nocturnas, aproximadamente desde octubre hasta navidad para que la floración se realice.

[148] El nombre de La Corona del Inca debe haber nacido en los tiempos en que los Quechua llegaran a Chile, en el Siglo XV, antes de los españoles. Hasta esa época, los nativos chilenos o Mapuche, guardan una memoria oral que nunca se olvida, aún cuándo va cambiando de contenido. Lo importante es saber que la Navidad es llamada así por los que tienen poder y guardan costumbres europeas, y el pueblo, ese mestizaje de españoles con Mapuche, guarda la memoria de la flor, que está definida su floración con las siguientes palabras: Florece de noviembre a febrero y es esencial que la planta no reciba luz durante las horas nocturnas, aproximadamente desde octubre hasta navidad para que la floración se realice. Hay varias respuesta en las entradas electrónicas del sitio que paso a citar: http://www.google.pt/search?q=Chile+Navidades+llamada+Pascua&hl=pt-PT&start=10&sa=N

domingo, 30 de maio de 2010

Infância pobre é para toda a vida!

Luís Moreira

Cientistas nos Estados Unidos chegaram à conclusão de que uma infância pobre até aos cinco anos marca para sempre o ser humano, não só no seu desenvolvimento, mas tambem a nível neurobiológico e na saúde para o resto da vida.

“Descobrimos que as crianças que crescem em ambientes desfavoráveis reagem de forma desproporcionada ao stress, e conseguimos medir isso através de avaliações hormonais e neurológicas, utilizando scanners cerebrais, e mais recentemente com análises genéticas”.

Estes estudos vêm comprovar o que o senso comum já observava, principalmente em pequenos agregados urbanos em que todos se conheciam, quem tinha boas condições de vida singrava quem vivia na pobreza mostrava-o na escola e nas relações com os outros miúdos da mesma idade. E na idade adulta quem é conhecido e venceu são os filhos de quem já naquela altura eram os senhores da cidade.

O ascensor social é muito pouco eficaz, mas grande parte da derrota vem, sabemos agora, do facto da pobreza e dos maus tratos marcarem para sempre a saúde das pessoas e permanecem para toda a vida. Isto mostra que o apoio social não é um custo, é um investimento, porque recupera pessoas para a vida profissional activa e, dessa forma, gasta menos do que ter pessoas que são um fardo social.

Erradicar a pobreza não é só um imperativo civilizacional é tambem um objectivo fundamental para termos pessoas mais capazes de contribuirem para o bem estar de todos!