Sigmund Freud (Příbor, 6 de Maio de 1856 — Londres, 23 de Setembro de 1939) foi um médico neurologista judeu-austríaco, fundador da psicanálise. Nasceu em Freiberg, Morávia (hoje Příbor), quando esta pertencia ao Império Austríaco. Em 833 era parte da Magna Morávia, que incluía ao povo Magyar ou Hungria. Freud era Magyar de origem histórica, de origem civil austro – húngaro pelas políticas europeias de anexar territórios de nações fracas ou empobrecidas aos Estados mais fortes.
O método básico da Psicanálise é a interpretação da transferência e da resistência com a análise da livre associação. O analisado, numa postura relaxada, é solicitado a dizer tudo o que lhe vem à mente. Sonhos, esperanças, desejos e fantasias são de interesse, como também as experiências vividas nos primeiros anos de vida em família. Geralmente, o analista simplesmente escuta, comentando apenas quando no seu julgamento profissional visualiza uma crescente oportunidade para que o analisando torne consciente os conteúdos reprimidos do seu Id, que são criados supostos, a partir de suas associações. Escutando o analisado, o analista tenta manter uma atitude empática de neutralidade. Uma postura de não – julgamento para criar um ambiente seguro. A descoberta da orientação do comportamento pela mente humana pelo eu, o super eu e o igual a si ou Id teve começo em 1890. Época na qual ainda pensava-se que havia dois tipos de seres humanos: os civilizados, povos que eram resultado dos progressos da humanidade na sua evolução social e intelectual: agiam com a razão que dominava ou orientava os seus sentimentos e as suas emoções, como explica em uma dezena de livros escritos na base da sua pratica psicanalítica.
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terça-feira, 27 de julho de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Um debate sobre etnopsicologia da infância
Raúl Iturra
Raramente as pessoas utilizam o telefone para falar. Especialmente por causa do incremento sem aviso do imposto sobre cada telefonema. O executivo usou o dia 13 de Maio para aumentar preços e taxas, estava cá Ratzinger, Papa Bento XVI dos Católicos, andavam todos a correr para receber uma bênção ou procurar um milagre, desses típicos de Fátima, uma fantasia que mantém ao povo calmo e reservado. Especialmente porque uma hierarquia desse tamanho, como bem sabemos, é a agência dos pecados, obediências e desobediências dos seres humanos que o ouvem. Há a célebre frase de Georg Friedrcih Hegel no seu texto citado páginas antes neste sítio de debate: Filosofia do Direito, 1920, Triers, Prússia, que o seu discípulo Kart Marx não se cansava de rebater, quer mo seu livro de 1843: Crítica a Filosofia do Direito de Hegel, e analisa com minúcia e profundidade no seu panfleto intitulado Manifesto Comunista, redigido como sabemos pela sua mulher, a Baronesa socialista Johanna von Westphalen, ou Jenny Marx, ou como os seus biógrafos a designam, Jenny la Rouge, como se intitula a biografia de Heins Friederick Peters, 1986, Allen & Winnin Londres. Acrescenta, como a biografia do pai escrita por Eleanor Marx-Avelling, que sem Jenny nunca teria existido Marx.
É o que falamos os adultos e o que nós usamos para estudar crianças, como fez Marx, usando o método dialéctico nos seus livros sobre a Teoria da Mais - valia de 1862, 1º volume, e 1863, o segundo.
Sobre crianças, Kart e Jenny pensam, debatem, amam imenso e as estudam, como mais tarde faria George Devereux na etnia Mohave dos USA. E nó, em Portugal, como está referido ao pé de cada ensaio.
São ensaios escritos após trabalho de campo com crianças e ensinados na minha universidade. Esquecemos, com Carlos Loures, esse 26% dos telefonemas, e acabou em, por enquanto, estes quatro textos de etnopsicologia, que com prazer entrego ao público. *
__
*Estrolábio iniciará amanhã a publicação desta série de textos do Professor Raúl Iturra
Raramente as pessoas utilizam o telefone para falar. Especialmente por causa do incremento sem aviso do imposto sobre cada telefonema. O executivo usou o dia 13 de Maio para aumentar preços e taxas, estava cá Ratzinger, Papa Bento XVI dos Católicos, andavam todos a correr para receber uma bênção ou procurar um milagre, desses típicos de Fátima, uma fantasia que mantém ao povo calmo e reservado. Especialmente porque uma hierarquia desse tamanho, como bem sabemos, é a agência dos pecados, obediências e desobediências dos seres humanos que o ouvem. Há a célebre frase de Georg Friedrcih Hegel no seu texto citado páginas antes neste sítio de debate: Filosofia do Direito, 1920, Triers, Prússia, que o seu discípulo Kart Marx não se cansava de rebater, quer mo seu livro de 1843: Crítica a Filosofia do Direito de Hegel, e analisa com minúcia e profundidade no seu panfleto intitulado Manifesto Comunista, redigido como sabemos pela sua mulher, a Baronesa socialista Johanna von Westphalen, ou Jenny Marx, ou como os seus biógrafos a designam, Jenny la Rouge, como se intitula a biografia de Heins Friederick Peters, 1986, Allen & Winnin Londres. Acrescenta, como a biografia do pai escrita por Eleanor Marx-Avelling, que sem Jenny nunca teria existido Marx.
É o que falamos os adultos e o que nós usamos para estudar crianças, como fez Marx, usando o método dialéctico nos seus livros sobre a Teoria da Mais - valia de 1862, 1º volume, e 1863, o segundo.
Sobre crianças, Kart e Jenny pensam, debatem, amam imenso e as estudam, como mais tarde faria George Devereux na etnia Mohave dos USA. E nó, em Portugal, como está referido ao pé de cada ensaio.
São ensaios escritos após trabalho de campo com crianças e ensinados na minha universidade. Esquecemos, com Carlos Loures, esse 26% dos telefonemas, e acabou em, por enquanto, estes quatro textos de etnopsicologia, que com prazer entrego ao público. *
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*Estrolábio iniciará amanhã a publicação desta série de textos do Professor Raúl Iturra
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