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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Não é Turco é Alemão!


Luís Moreira

A equpa de futebol da Alemanha tem cerca de metade dos seus jogadores, oriundos da imigração.Nada de novo, já vimos a equipa da França ser campeã Mundial com dois brancos, todos os outros jogadores eram oriundo de países Africanos .

Acontece que para os alemães isto é mais complicado, para os movimentos para-nazis existentes no país ver um negro vestir a camisola nacional é um sacrílegio, enquanto para os mais liberais, esse mesmo facto significa um bom sinal de integração.

O jogador que mais dá nas vistas é o descendente Turco Özil, que é particularmente acarinhado pelos descendentes Turcos, mas que leva a "mãe turca a não entender porque o seu pequeno filho tem a bandeira Alemã à janela e o jogador a não jogar pela Turquia."

sábado, 3 de julho de 2010

A equipa de todos nós.



Luis Moreira

Foi assim que o saudoso Cândido dos Reis apelidou a equipa das quinas. Eu sou dos que consideram sempre que a selecção nacional é a minha equipa, mesmo que lá joguem meia equipa dos Dragões e a outra meia de naturalizados. É que não gosto nem de uns nem de outros, mas vestindo a camisola, passam a ser dos meus.

No europeu disputado na Holanda e na Bélgica, o meu filho que na altura estudava na Holanda, disse-me que entre os milhares de assistentes aos jogos,ouvia homens e mulheres de todas as nacionalidades, a considerarem a nossa equipa como a de melhor futebol, apaixonados pela qualidade do futebol que Portugal praticava! O rapaz estava cheio de orgulho! Quando percebiam que ele era Português cumprimentavam-no, gostavam de saber quem eram os jogadores, jogavam onde,havia escolas de futebol?

Infelizmente essa beleza perdeu-se ou ,com esperança, está a perder-se.Bem sei que o nível dos jogadores dita essa beleza, O Figo e o Rui Costa, o Pauleta e o João Pinto, o Deco, o Ricardo Carvalho...

Como diz na sua carta, o Carlos Godinho lembra isso mesmo, há muito trabalho de base a fazer, as academias, impedir que os nossos jovens sejam preteridos por carradas de jogadores de qualidade duvidosa, tudo isso tem que continuar a ser feito, mas na medida em que a nossa forma de jogar se mantenha,não temos que correr atrás da bola como os Ingleses nem jogar para trás e para os lados como os Brasileiros, temos que jogar como sabemos, sem "mergulhos" para a piscina, e sem a "preguiça" de jogar vinte minutos e acabou.

Perder essa forma de jogar desgosta-me, é a nossa qualidade, não vale a pena colocar a equipa a defender e depois tentar marcar um golo, porque nós sempre precisaremos de dez tentativas para marcar um golo...

Como dizia o José Maria Pedroto: "Ai, os Ingleses correm muito? Óptimo! Podem fazê-lo desde que não tenham a bola!"