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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O saber das crianças e a psicanálise da sua sexualidade –20 por Raúl Iturra.

(Continuação)

Pelo seu terceiro ano de idade, o pequeno, já na idade de empatia, torna-se capaz de reabituar as representações que havia aprendido das representações do mundo mental da sua mãe, as suas motivações, as suas intenções e as suas crenças: "Ele ainda vai pensar que sou eu quem tem comido o seu chocolate, apesar de ser o seu irmão. Um bebé a crescer dentro de um mundo frio de afectividade, que se desenvolve num mundo frio, está prestes a pôr atenção a toda a afectividade fria que tudo dos outros lhe pode entregar”. Praticamente pensa: “Toda relação afectiva arrefece ao ser humano. No caso inverso, uma criança que se sente amada, pensa-se amável, por causa dele próprio ser amado”. Este impingir na sua memória de afectividades de sobrevivência, pode criar no pequeno uma representação do seu ego confiante e amável, que usa com simpatia ao entrar na interacção social.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O saber das crianças e a psicanálise da sua sexualidade –17: por Raúl Iturra.

(Continuação)

Se o saber das crianças é uma análise do processo ensino – aprendizagem definido por mim, ao queremos entrar nesse processo, parece-me necessário não apenas ultrapassar essa barreira do nada saber, no primeiro dia de vida, nesse minuto em que se começa a aprender. Apesar da opinião de Bion, comentada antes, é preciso ultrapassar também todas as barreiras do inconsciente. Gostava de reafirmar as minhas hipóteses: além da religião como lógica de cultura, todo o progenitor, especialmente docente, precisa possuir ideias da teoria do inconsciente.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Parece-me felonia intervir na vida privada das pessoas

Raúl Iturra

É o meu hábito, desde que lembro dos meus dias de vida, que começam a ser muitos, acordar entre 6 e 7 da manhã, a melhor hora para escrever: todos andam a dormir, o silêncio é interrompido apenas pelos pássaros que acordam ao dia e o telefone não tem esse pouco simpático som que faz perder o fio a meada. Hábito ao que tenho todo o direito, porque a seguir, adormeço meia hora e fico fresco, como alface. Como agora.

Apenas que hoje, o mundo mudou. Como quando integro júris longe das minhas terras e para estar em Coimbra, devo sair de Cascais pelo menos as 6 da manhã. A minha sesta passa, a volta, a ser de, pelo menos duas horas. Hoje, por ter acabado um novo livro que ofereci a minha Universidade: Marx, um devoto luterano, 365 páginas, estava cansado e sentei-me no cadeirão do meu estudo para ler notícias.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Dia Mundial da Criança - O real dos pais: Caim e Abel

Raúl Iturra
excertos do meu livro A Ilusão de sermos pais, Capítulo 5, publicado em Março de 2008; Monografias.com, Rio de Janeiro, no dia Internacional da criança…

Não é que todo o dito até este parágrafo não pertença à nossa cultura e ao nosso modo de ser, pensar, sentir. Fala-se imenso do mundo globalizado, pelo que não é possível abandonar a ideia da influência em nós, dos grupos sintetizados por mim até esta página e desenvolvidos de forma prudente e sintética, nas seguintes. O mundo é apenas um e a dita globalização não é apenas de economias, mas também de emoções deveres e pensamentos. Pelo menos, Tony Giddens fala assim no seu texto sobre essa Terceira via : como ultrapassar as desigualdades económicas dos diversos países do mundo, por meio de estratégias de organização estatal, política e económica e organizar o mundo em apenas uma forma de comportamento quanto à manipulação de recursos, como comento no meu livro sobre reciprocidade e mais-valia, no prelo. É parte do real dos pais preparar suas crianças na ideia de interagir com grupos além fronteiras, classe social e género, para poder ensinar a essa criançada as formas de interacção entre grupos sociais tão diferentes. Talvez os Muçulmanos Árabes, Chitas e Sunitas do Paquistão, os Palestinianos e Israelitas da Faixa de Gaza, não tenham a paciência para se juntarem, pelo menos os seus maiores. É dever dos membros destes diferentes grupos da maior religião do mundo, ensinar a diferença teórica e teológica, os planos políticos que fazem dos Sunitas grupos Talismã para a guerra, políticas de investimento que cada grupo tem, o que os obriga a manter uma distância entre si, incluindo disputas de território sobre bases históricas, lei e hierarquia estatal. Tal e qual como acontece entre Cristãos Romanos, Cristãos Ortodoxos Russos, Cristãos Arménios, Cristãos Curdos do Líbano, Ortodoxos Gregos, Luteranos, Calvinistas, Anglicanos e outros grupos da mesma religião, que mal se entendem ou conhecem uns aos outros. É histórica a ideia de dividir o mundo do Século XV em dois grupos, conforme quem seja, assim fala: os Romanos englobavam tudo o que não estava com eles, no conceito Protestante, enquanto os outros denominavam os Romanos de Imperialistas. Nem falo da diferença entre Benfica e Sporting e os debates que causam. Muito mais relevante que esse é o caso Casa Pia, e a pedofilia que tem acontecido, dizem, desde há vinte anos. Mas o que o senso comum nos leva a pensar e a saber é que os mais velhos procuram crianças para prazer físico dentro da linha definida por Charcot, Freud, Klein, Miller, Winnicott e outros que, tal como eu nos meus textos, representamos uma análise e um grito de protesto, um levantamento do protesto queria dizer, dando voz aos mais novos, que não têm epistemologia adequada para se defenderem dos abusos dos adultos. Levantamento de protesto perante as autoridades e os pais que não tiveram atenção com o que acontecia com as suas crianças

sábado, 29 de maio de 2010

Mis Camelias - notas de pié de página 1-19

[1] Achunchado, con vergüenza. Es un chilenismo derivado de la lengua Tupi, Etnia Guarani, de las hoy Repúblicas de Uruguay y Paraguay. El comentario encontrado es: Yo creo que los chilenos somos demasiado únicos, no nos parecemos a nadie, somos enrollados e intensos, cariñosos e indiferentes, así mismo achunchados y prepotentes... somos bastante freak, hay que decirlo. Retirado del sitio:

http://es.wiktionary.org/wiki/achunchado

[2] Judith Hart fue miembro activo del Partido Laborista, Ministro y Condecorada, como digo a seguir, sin perder la ligación a otras informaciones sobre la Política del Partido Laborista, que tanto ayudó a los chilenos exiliados: a British Labour Party politician: http://en.wikipedia.org/wiki/Judith_Hart

Su vida puede ser leída en: http://www.google.pt/#hl=pt-PT&source=hp&q=Judith+Hart&btnG=Pesquisa+do+Google&aq=f&aqi=g3&aql=&oq=Judith+Hart&gs_rfai=&fp=f6b80cce6b5828c1

Christened Constance Mary Judith Ridehalgh, she was educated at Clitheroe Royal Grammar School, the London School of Economics and the University of London. She married Anthony Bernard Hart in 1946. She was a lecturer at a teacher training college. She was a member of the Fabian Society and a branch secretary of the Association of Scientific Workers.

Hart was unsuccessful Labour candidate for Bournemouth West in 1951, and Aberdeen South in 1955. She was elected as member for Lanark in 1959, holding the seat until 1983. Thereafter she sat for Clydesdale until 1987.

[3] Judith Hart, como relato en otro libro mío, me había llamado por teléfono a Cambridge para pedir consejo de cómo no otorgar un crédito solicitado por Allende, cuando era Presidente, y que ahora iría a los bolsillos de le Dictadura Chilena. Mi respuesta fue simple: "Dr.Hart", pero fui interrumpido por ella y dijo "I am Judith, Professor", a lo que respondí, "If that is your wish, Minister, I am Raúl". Sean los que fueran los motivos de su llamado personal desde su Ministerio de Overseas Development, tuvo la simpatía de preguntar por mi familia doméstica. De inmediato le conté que no la dejaban salir y ella dijo: "Well, that it"s my concern now". Tres semanas después, estaba en este Gatwick que cuento en esta parte del texto, a la espera de la familia toda. Judith Hart está referida no sitio Internet: , página web: http://en.wikipedia.org/wiki/Judith_Hart , fue creada baronesa por sus servicios prestados a la corona, como refiere la página web citada, fallecida muy nueva aún en 1991. Su muerte fue anunciada por su hijo y aparece el relato en la página web: http://www.google.pt/#hl=pt-PT&q=Judith+Hart+fallece&aq=&aqi=&aql=&oq=Judith+Hart+fallece&gs_rfai=&fp=732a3314d26e39e6 , muerta de cáncer que dice: Judith Hart, Baroness Hart of South Lanark DBE PC (18 September 1924 - 8 December 1991) was a British Labour Party politician.

Christened Constance Mary Judith Ridehalgh, she was educated at Clitheroe Royal Grammar School, the London School of Economics and the University of London. She married Anthony Bernard Hart in 1946. She was a lecturer at a teacher training college. She was a member of the Fabian Society and a branch secretary of the Association of Scientific Workers.

Hart was unsuccessful Labour candidate for Bournemouth West in 1951 and Aberdeen South in 1955. She was elected as member for Lanark in 1959, holding the seat until 1983. Thereafter she sat for Clydesdale until 1987.

She held ministerial office as joint Parliamentary Under-Secretary of State for Scotland from 1964-66, Minister of State, Commonwealth Office 1966-67, Minister of Social Security from 1967-68, Paymaster-General (with a seat in the Cabinet) from 1968-69, Minister of Overseas Development from 1969-70 and from 1974-75, and as Minister for Overseas Development from 1977-79. In so doing, Hart became the fifth woman ever to have been included in a government cabinet in the history of Britain.

In opposition, Hart was front bench spokesman on overseas aid, 1979-80. Govt Co-Chairman of the Women's National Commission, 1969-70. Within the Labour Party she was a member of the National Executive Committee, 1969-83, latterly as Vice-Chairman in 1980-81 and as Chairman in 1981-82.

She was appointed a Privy Counselor in 1967 and appointed a DBE. In 1988 she was created a Life peer, as Baroness Hart of South Lanark, of Lanark in the County of Lanark. Por haber sido importante en nuestras vidas, narro su historia casi toda. Sin Judith, que también organizó Academics for Chile, nunca habría conocido a Camila, ella a Felix y no habríamos sido tan felices como hemos sido.

[4] http://en.wikipedia.org/wiki/Holyrood_Palace , que dice, entre otras ideas: The Palace of Holyroodhouse, or informally Holyrood Palace, founded as a monastery by David I of Scotland in 1128, has served as the principal residence of the Kings and Queens of Scotland since the 15th century. The Palace stands in Edinburgh at the bottom of the Royal Mile. The Palace of Holyroodhouse is the official residence in Scotland of Queen Elizabeth II, who spends time at the Palace at the beginning of the summer.

Holyrood is an anglicisation of the Scots Haly Ruid (Holy Cross).

The ruined Augustinian Abbey that is placed in the grounds was built in 1128 at the order of King David I of Scotland. It has been the site of many royal coronations and marriage ceremonies. The roof of the abbey collapsed in the 18th century, leaving it as it currently stands a ruin.