Luis Moreira
Durante anos falou-se e escondeu-se, na tentativa, muitas vezes conseguida de influenciar o decorrer da investigação e depois do Tribunal. O jornalisra Rui Araújo, teve que publicar o que sabia na revista Belga "Le point" porque cá ninguem lhe abriu as portas. Trancadas a sete chaves, tal era o poder de quem se escondia e de quem ajudava.
O que apareceu agora aí na blogoesfera, nesta altura, sabe a ressabiamento, esteve guardado, embora ali venha muita coisa de que se fala há muito, sobre políticos que no governo da altura, ajudaram políticos no "parque", com telefonemas para a esquadra da polícia a mandar abafar a história. Fotografias e vídeos, ouvimos e vimos uma senhora secretária de Estado dizer que as tinha na gaveta, prontas a contribuir para se fazer justiça, até hoje, desapareceram as fotos e a gaveta...
Nos jornais aparecem as primeiras razões da sentença, um dos arguidos usa dezasseis telemóveis num determinado período, arguidos que juraram que não se conheciam, são apanhados em telefonemas de um para o outro, não há contradições sérias no testemunho dos jovens...
Há vários políticos, há muito falados e desaparecidos após o caso ter rebentado, que aparecem nestes mails, ex-ministros, gente muito, muito conhecida, não é de agora, se alguem como nós sabe estas coisas, cuja veracidade se viu reforçada com a sentença, o que saberão as várias polícias? E o que se diz das tácticas de "abafamento" dos vários PGRs?
Mas a verdade é que não temos provas, não vimos, esconderam e esconderam-se, e nós aqui no estrolabio não vamos entrar em gincanas. Antes um culpado solto que um inocente na prisão.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Na Islândia como cá...

Dois ex-directores do banco islandês Kaupthing, nacionalizado de urgência em 2008, foram presos esta quinta-feira. Mas a lista de possíveis detidos envolve mais de 125 personalidades, segundo a imprensa.
Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.
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Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.
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