Estou na Costa da Caparica. O mar está agitado e praticamente não se vê areia. As ondas vão e vêm rebentando na costa, rejubilando de alegria com estrondo e espuma, à carícia da pouca areia que resta.
A visão desta manifestação da natureza, ao mesmo tempo que fascina pela sua beleza reflecte também a sua fúria contra o que o ser humano está a fazer no Planeta.
Chega ao fim a primeira década do século XXI e, apesar de os países ditos mais importantes se terem reunido todos os anos, com o objectivo de diminuir o mal que sabem estar a fazer, todas as reuniões terminaram, com decisões sobre o que cada país terá de pagar para continuar a matar o Planeta.