Pútegas (Cytinus hypocistis)
Não menos interessante do que os animais, as plantas fazem parte de um mundo fascinante… mas mais…, como dizer… sossegado. Sendo menos “entendida” na área da botânica, quando vejo um espécime vegetal que desconheço, tento fotografá-lo e enviá-lo às minhas “amigas das couves”, como chamo carinhosamente aos botânicos.
Aprendi com uma grande amiga, que estas são as pútegas. Esta planta de nome castiço, pronto a ser “atirado” a alguém, é parasita das raízes das estevas. Esta é das plantas parasitas mais fáceis de identificar e encontrar em Portugal. Não tem clorofila e surge na Primavera.
Nas zonas rurais, as pessoas dizem que as pútegas têm um líquido mucilaginoso que é comestível. Também já ouvi dizer que as crianças as procuram para as chuparem, por serem doces como o mel.
Curiosidades: Foi utilizada na medicina popular como antidiarreico.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
O cineasta guineense Flora Gomes no Terreiro da Lusofonia
Flora Gomes nasceu em Cadique (Guiné-Bissau) em 1949 e é um dos mais reputados cineastas africanos. Durante a Guerra Colonial. admirador de Amílcar Cabral, esteve exilado. Estudou cinema em Cuba e no Senegal onde trabalhou com Paulino Vieira e com Sérgio Pina. De regresso à Guiné, após a independência em 24 de Setembro de 1974, rabalha como operador de câmara colaborando com o Ministério da Informação, realizando documentários históricos. A sua primeira longa-metragem data de 1987: Mortu Nega, sobre a luta da independência. O filme é bem recebido pela crítica internacional. Participa em festivais como o de Veneza e o de Cannes.
| A sua filmografia principal é a seguinte: O Regresso de Cabral (1976); A Reconstrução (1977 - co-realização com Sérgio Pina); Anos no Oça Luta (1978 - co-realização com Sérgio Pina); Os olhos azuis de Yonta (1982); A máscara (1994); Po di Sangui (1996); Nha Fala (2002); As duas faces da guerra (2007). Mostramos cenas de Os olhos azuis de Yonta. |
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