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domingo, 25 de julho de 2010

O general Ferreira Martins e a causa de Olivença


Luís Augusto Ferreira Martins, Nasceu em Lisboa, a 7 de Abril de 1875 e morreu em Algés em 26 de Junho de 1967.

Frequentou o Colégio Militar, ingressando na Escola Politécnica de Lisboa, onde preparou a admissão à Escola do Exército, tendo concluído o curso de Artilharia e o de Estado-Maior. Em 1897 participou na campanha de Moçambique, regressando a Portugal em 1898. Em 1906 passou para o Estado-Maior do Exército.

Foi nomeado Sub - comandante do estado-maior do Corpo Expedicionário Português enviado para a Flandres, no Norte de França, em 1917 durante a Primeira Grande Guerra. Terminado o conflito foi nomeado chefe do estado-maior do Campo Entrincheirado de Lisboa. Comandou o regimento de infantaria n.º 5, e a (1929-1933), a Escola Central de Oficiais. Foi a partir de 1938 vogal do Conselho Superior do Exército.

Entre a sua vasta obra, destacam-se os livros: Jogo de Guerra simplificado, em 1911; Portugal na Grande Guerra, em 1935, obra colectiva que dirigiu; O poder militar da Grã-Bretanha e a aliança anglo - lusa, em 1939.


A causa de Olivença sempre lhe foi cara, como se pode ver pelo artigo que publicou no Boletim da Casa do Alentejo.






Para ampliar, clique sobre a parte do texto que quiser ler:

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A República nos livros de ontem nos livros de hoje - 3 e 4 (José Brandão)

Actas das Sessões Secretas


Ana Mira

Afrontamento, 2002

Actas das Sessões Secretas da Câmara de Deputados e do Senado da República sobre a Participação de Portugal na I Grande Guerra

Este livro revela ao pormenor os temas mais importantes da vida nacional da época: a participação de Portugal no conflito europeu e toda a problemática da defesa e manutenção dos territórios portugueses em África. São documentos igualmente importantes para o estudo do parlamentarismo português e dos principais vultos políticos que intervieram nessas sessões.

Constituem dois livros manuscritos. O primeiro corresponde às Actas das Sessões Secretas da Câmara dos Deputados que decorreram de 11 a 31 de Julho de 1917, contendo 88 folhas manuscritas em diversos tipos de letra personalizada, pois, tratam-se de papéis colados que fazem parte integrante das actas e que são os extractos fornecidos pelos próprios oradores…
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Afonso Costa

A. H. de Oliveira Marques

Arcádia, 1975

Há cem anos que nasceu Afonso Costa. Foi, porventura, entre 1910 e 1930, o mais querido e o mais odiado dos Portugueses. O seu nome simbolizou toda uma política, mesmo um regime, até. Endeusaram-no como talvez ninguém neste país, desde D. Miguel e até Salazar. Como eles, tornou-se um mito, um Messias, depois de ter sido arauto de uma situação e o estadista que, acaso mais a radicou em sete anos apenas de acção intermitente, mas fecunda. Esteve sempre entre os dois mais votados candidatos republicanos ao Parlamento, onde quer que se propusesse jamais perdendo uma eleição desde 1906. Ninguém lhe levou a palma em popularidade real e persistente, em presença viva junto de todas as camadas populares, do Minha ao Algarve, nem sequer Bernardino Machado com seu chapéu pronto a cumprimentar ou António José de Almeida com sua honestidade proverbial e seus arroubos…