Luis Moreira
Corre na internet ( Este evento começou na França (http://www.facebook.com/event.php?eid=101996426533405&ref=ts) , e está a espalhar-se pela Europa e já alcançou alguns jornais. Para os restantes eventos europeus veja o fundo da descrição. )
Esta proposta, legal, sossegada, pacífica, a 7 de Dezembro vamos ao nosso banco e levantamos o nosso dinheiro.É com o nosso dinheiro que o sistema financeiro internacional está a afundar os países, entre os quais portugal.
Depois de terem criado a crise internacional e afundado as economias nacionais, o nosso dinheiro está agora a ser o instrumento usado para a segunda fase do assalto.Elevados juros retiram o dinheiro aos contribuintes e enchem os bolsos da alta finança e dos accionistas dos bancos e das grandes empresas protegidas.
Não podemos assistir impávidos, sem reacção, a este "golpe de mão" e não são as manifestações enquadradas pelos sindicatos e corporações que mudam alguma coisa. Temos que lhes chegar ao que mais lhes dói. O nosso dinheiro!De modo pacífico, sossegado,legal.
Se não se fizer nada caminhamos para o empobrecimento de gerações de individuos, já se viu que os governos estão nas mãos deste crápulas e gatunos, o que vimos é um assalto à luz do dia e nenhuma entidade tem coragem política para fazer frente à gatunagem.
Por isso, vamos defender o que é nosso, a 7 de Dezembro próximo, logo pela manhãzinha, vamos à nossa agência e levantamos o dinheiro, esta acção vai ser uma realidade em muitos países, todos ao mesmo tempo, no mesmo dia, vamos dar-lhes o maior susto da vida destes gatunos.Os governos, passadas dois dias, vão publicar uma lei a impedir que se façam mais levantamentos , ou no próprio dia vão colocar a polícia a impedir esta acção legal, mas nunca mais se vão esquecer.
Se nada fizermos nada acontece.
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sábado, 13 de novembro de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Na Islândia como cá...

Dois ex-directores do banco islandês Kaupthing, nacionalizado de urgência em 2008, foram presos esta quinta-feira. Mas a lista de possíveis detidos envolve mais de 125 personalidades, segundo a imprensa.
Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.
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Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.
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