REDES SOCIAIS
O Jornal online de 25 de Junho último publicou a seguinte notícia:
“Às duas da manhã de um domingo, o especialista em segurança Tito de Morais recebeu o telefonema de uma mãe em pânico. A filha de 13 anos estava a ser chantageada por alguém que conhecera online e a quem enviara fotos comprometedoras, pensando tratar-se de outra adolescente da sua idade.
Agora, sob a ameaça de divulgar as fotos, o desconhecido queria forçar a adolescente a encontrar-se com ele. Tito de Morais aconselhou-a a ir à Polícia Judiciária, que acabou por prender o perseguidor depois de lhe montar uma armadilha.
“Pela primeira vez, conseguiram evitar um crime de natureza sexual porque a adolescente conseguiu contar à mãe”, frisa Tito de Morais, para quem a atitude mais fundamental que os pais podem tomar para a educação dos filhos é “manterem os canais de comunicação abertos”.
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quarta-feira, 28 de julho de 2010
Criança - Uma obra em aberto
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
'Não Contem com o Fim do Livro', - diz-nos Umberto Eco
Carlos Loures
Umberto Eco, o ensaísta e escritor italiano deu há dois meses atrás uma entrevista a um jornal brasileiro a propósito do lançamento de uma edição da sua nova obra Não contem com o fim do livro. O apego de Eco ao livro em papel – a sua biblioteca conta com cerca de 50 mil volumes – levaram-no a aceitar o desafio que, Jean-Claude Carrière lhe lançou – o de debaterem a perenidade do livro, com vista à publicação de… um livro Não Contem Com o Fim do Livro. ´(N'espérez pas vous débarrasser des livres).
De modo algum tenciono transcrever a entrevista que está disponível na Internet e foi publicada em numerosos jornais. Vou apenas salientar uma ou outra afirmação do escritor e semiólogo. Contestando a anunciada morte do livro afirmou que o desaparecimento desse suporte de escrita é uma obsessão de jornalistas que lhe fazem a pergunta há 15 anos. «Para mim, o livro é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objecto que, uma vez inventado, não muda. Continua o mesmo e é difícil de ser substituído. O livro ainda é o meio mais fácil de transportar informação. Os electrónicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos» (…) «quem poderia afirmar, anos atrás, que não teríamos hoje computadores capazes de ler as antigas disquetes? E que, ao contrário, temos livros que sobrevivem há mais de cinco séculos?».
Umberto Eco, o ensaísta e escritor italiano deu há dois meses atrás uma entrevista a um jornal brasileiro a propósito do lançamento de uma edição da sua nova obra Não contem com o fim do livro. O apego de Eco ao livro em papel – a sua biblioteca conta com cerca de 50 mil volumes – levaram-no a aceitar o desafio que, Jean-Claude Carrière lhe lançou – o de debaterem a perenidade do livro, com vista à publicação de… um livro Não Contem Com o Fim do Livro. ´(N'espérez pas vous débarrasser des livres).
De modo algum tenciono transcrever a entrevista que está disponível na Internet e foi publicada em numerosos jornais. Vou apenas salientar uma ou outra afirmação do escritor e semiólogo. Contestando a anunciada morte do livro afirmou que o desaparecimento desse suporte de escrita é uma obsessão de jornalistas que lhe fazem a pergunta há 15 anos. «Para mim, o livro é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objecto que, uma vez inventado, não muda. Continua o mesmo e é difícil de ser substituído. O livro ainda é o meio mais fácil de transportar informação. Os electrónicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos» (…) «quem poderia afirmar, anos atrás, que não teríamos hoje computadores capazes de ler as antigas disquetes? E que, ao contrário, temos livros que sobrevivem há mais de cinco séculos?».
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