Ethel Feldman
Deixa-me só hoje
tentar ser
quem suponho ser
Deixa-me descobrir
que nada sou
Sem forma nem cor
Sem gosto e não gosto
Amo o todo e o nada
no nada que sou
beija-me o ventre
semeia a terra
que amada agora sou
quinta-feira, 22 de julho de 2010
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