sábado, 6 de novembro de 2010

Quase Azul

Ethel Feldman

Verde te sinto/suado, molhado em mim
Terra húmida que acolhe a semente/esperança de vida
Verde, tão verde te sinto/molhada, suada em ti
Molhada, suada /Verde, tão verde que sou
Pulsa a vida sem corpo/tão verde somos
Amor
Nota para o Adão Cruz:
          Soletro verde e sinto o Azul do teu poema que foi ficando em mim
          Assim
          Suado, molhado tão verde
          Que verde fico e sinto azul

7 comentários:

  1. Para além da beleza do poema, sentir-me parte dele é demais Ethel. Que transparente azul o dia de hoje!

    Entre as algas molhadas
    E o azul de um abraço
    Nasce sempre um poema
    No mar do teu regaço.

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  2. Andas tão desaparecida, Ethel. O que te aconteceu?

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  3. ando com tanto trabalho, Augusta!
    Mas tenho uma boa novidade que em breve darei a todos os amigos do estrolábio :)
    um beijo saudoso

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  4. Ethel, mulher, andas por onde? Não sabes que a noite desce, o dia aclara e nada é igual sem ti? Volta a casa.

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  5. E, além disso, fiquei azul com a novidade que não revelaste...

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  6. Achei que nunca mais me falavas. Luis! Acho que vou fazer sim uma surpresa, mas daqqui a uns dias. E devias estar verde, verde.
    Azul estou eu :-)
    Beijos.

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