Eleja Vincent
II. Náufragos da Islândia
Ainda há três semanas, Ragnar Kristinn Kristjansson era um empresário a quem os ventos polares tinham dado sorte. Com 48 anos, este ruivo, dinâmico, vivia das suas rendas. A sua exploração de cogumelos tinha-lhe trazido a fortuna e a felicidade. Desde a baía envidraçada da sua elegante residência secundária, em Fludir, a duas horas de estrada a sudeste de Reykjavik, a capital, podia contemplar orgulhoso e sereno as vastas planícies vulcânicas da Islândia. Quando fazia bom tempo, o seu terraço era o ideal para admirar as auroras boreais.
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