António Mão de Ferro
Para fazer face à conjuntura que atravessamos e inverter a situação é imperativo aumentar as competências das pessoas e das organizações.
A formação profissional ajuda certamente a consegui-lo, mas para que evidencie todo o seu valor é preciso ter presente que ela não consiste numa forma isolada de conhecimentos. As organizações bem sucedidas são as que estão atentas ao meio envolvente e que fazem diagnósticos das alterações que vão surgindo, porque elas se constituem como indicadores do que deve ser tratado nas acções de formação.
Para que se aproveite todo o potencial que a formação profissional pode proporcionar, os responsáveis das Instituições deverão fazer com que as suas orientações sejam inseridas em realidades complementares e interdependentes.
A formação deverá contribuir para a mudança de comportamentos e modos de actuação dos diversos colaboradores das organizações, pois só desse modo se conseguirá a obtenção de mais valias.
Os conteúdos a tratar não podem ser objecto do acaso, mas adaptados às diferentes situações. O surgimento de projectos viáveis de mudança com vista aos fins perseguidos pela organização, devem apoiar-se nas experiências passadas, porque o futuro não pode ser construído a partir do nada.
Partindo do potencial que as organizações possuem e apoiando-se nele, é mais fácil que as acções de formação ajudem a contribuir para que as pessoas evidenciem novas formas de ser, de agir, de cooperar de se relacionar e organizar para que suscitem entusiasmos e gerem sinergias que dêem um forte contributo para alcançar o que se pretende: O sucesso dos profissionais e da empresa.
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
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