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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O Regicídio e a Carbonária -III (Centenário da República)

(Continuação)


Romagem às campas dos regicidas.


Segundo parece, o acordo estabelecia que os republicanos contribuíssem com os homens dispostos a sacrificar a vida (porque todos sabiam que disso se tratava) e os monárquicos com o dinheiro para reunir os meios necessários à execução do plano. Eram necessárias armas de grande qualidade e, portanto, caras.


Meses antes, ainda em 1907, a fábrica norte-americana Winchester lançara um novo modelo de carabina semiautomática, com bloco de culatra reforçado de modo a suportar o elevado calibre 351. Era uma arma de grande fiabilidade, certeira, com um acabamento de grande qualidade, com inovações muito avançadas para a época. Dava garantias de precisão e eficácia, desde que utilizada por um bom atirador, naturalmente.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Comemorações do Centenário da República

Lisboa, 7 de Setembro de 2010


Exmo(a) Senhor(a)

A Comissão Coordenadora dos Centros Escolares Republicanos promove, como é da tradição, com o apoio da Associação 25 de Abril, Grande Oriente de Lusitano e Grande Loja Feminina de Portugal e outras Instituições, as Comemorações Populares do CENTENÁRIO da IMPLANTAÇÃO da REPÚBLICA, que têm lugar a 5 de Outubro de 2010.

Estas Comemorações este ano celebram o I Centenário da República pelo que a CCCER, estará presente nas comemorações oficiais que vão ter lugar no Largo do Município em Lisboa.

Convidamos todos os cidadãos a estarem presentes na Manifestação e romagem, conforme itinerário abaixo indicado:
12.00 Horas – Junto à Estátua de António José de Almeida.Homenagem a este tribuno da I República, onde será depositada uma coroa de flores. A este acto simbólico estão presentes, o Grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, António Reis, a Grã Mestre da Grande Loja Feminina de Portugal, a Associação 25 de Abril e os membros da CCCER.

12.45 Horas – Romagem ao Cemitério do Alto de S. João. Discursos pronunciados junto ao Mausoléu Sagrado de Cândido dos Reis e de Miguel Bombarda com deposição de coroa de flores, visita ao Túmulo de Machado Santos com deposição de uma palma de flores, por fim, deposição de outra palma de flores junto ao Monumento aos Heróis da República.

14.00 Horas - Almoço de Confraternização Republicana, Servido na Escola de Saúde Militar (ex. Quartel de Infantaria 16), Rua Ferreira Borges, esquina com a Rua Infantaria 16. Marcações pelo telefone: 218867603 (CERAR)

Email: centenário.5outubro@iol.pt

A Presidente da Comissão Coordenadora dos Centros Escolares Republicanos

Maria Helena Corrêa

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Histórias de suicidios famosos em Portugal - José Brandão


José Fontana (1840-1876) -II

Giuseppe Silo Domenico Fontana — dito José Fontana em português — filho de Maria Clara Bertrand Bonardelli e de Giovanni Battista Fontana, nasceu em Cablio (Suíça) a 28 de Outubro de 1840 e morreu em Lisboa a 2 de Setembro de 1876, tendo conservado sempre a nacionalidade suíça, como consta no registo do funeral, realizado no Cemitério Ocidental de Lisboa (Prazeres).

Com a profissão de encadernador e depois caixeiro de livraria, entrou para o serviço da Livraria Bertrand, da qual chegou a ser sócio.
Autodidacta, extraordinariamente culto, interessado nos problemas sociais da época, acompanhou a criação das primeiras associações operárias portuguesas e foi elemento decisivo para a criação do Partido Socialista em Portugal, no seguimento das resoluções do Congresso da Internacional Operária realizado em Haia e que preconizavam a criação de partidos operários nacionais.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

República nos livros de ontem nos livros de hoje - 89 e 90 (José Brandão)



A Influência da Maçonaria em Portugal

Barbosa Sueiro

Perspectivas & Realidades, 1984

A chave das angústias de Barbosa Sueiro está na constatação de que uma Ordem que se distinguiu no combate ao obscurantismo acabou por perder o Norte em querelas que tinham mais a ver com a ocupação do aparelho do Estado republicano que com a procura de seguimento a uma obra insuficientemente registada nos manuais de História. «Eu compreendo que o bom Maçon de ontem tivesse sido monárquico constitucional, que o bom Maçon de hoje seja republicano radical, e que o bom Maçon de amanhã venha a ser socialista avançado», reconhece o autor, depois de lamentar que a mocidade das escolas seja monárquica e a das oficinas bolchevista.

Numa época de desencanto perante a comparação entre o prometido pela República e os resultados da acção do regime fundado em 5 de Outubro de 1910, Barbosa Sueiro condena a existência de «tantos agrupamentos maçónicos, quantos os agrupamentos políticos».

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Instauração da República

Imagens da Época

Vários

Aveiro, 1985


COMPILAÇÃO DE ELEMENTOS ICONOGRÁFICOS relacionados com a Instauração da Republica, seleccionados a partir do acervo da exposição realizada no SALÃO CULTURAL DO MUNICÍPIO DE AVEIRO, de 5 a 20 de Outubro de 1985, promovida pelos Serviços de Cultura da Câmara Municipal de Aveiro.