Glenn Beck e Sara Palin foram brandos nos discursos que proferiram no mesmo local onde há 47 anos Martin Luther King proferiu o seu célebre discurso: I have a dream!
Sem nunca se referirem a Obama, quiseram que fosse um discurso "apolítico", ultraconservador " a minoria branca deve reclamar os seus próprios direitos", "Hoje é o dia em que a América regressa a Deus" e Sara Palin " sou mãe de um veterano da guerra", " não devemos mudar a América na sua essência como alguns querem", Temos de restaurar a América e a sua honra".
Uma sobrinha de Martin Luther King afirmou "Eu tenho um sonho de que a América vai rezar e Deus nos vai perdoar pelos nossos pecados", gritou a activista anti- aborto Eveda King.
O Tea Party, o movimento que quer menos impostos e que começou a fortalecer-se contra a reforma na saúde de Obama, ameaça derrubar nas intercalares Republicanos que são considerados demasiados centristas. Os brancos são uma minoria que deve reclamar os seus próprios direitos, um desencanto comum em alturas de crise económica. E lá como cá o emprego não arranca.
A mensagem circulava : recessão: quando o teu vizinho perde o trabalho; Depressão: quando perdes o teu trabalho; Recuperação: quando Obama perde o seu trabalho.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
A terceira depressão - Paul Krugman (saído no New York Times no dia 28 de Junho)
O Paul Krugman foi Prémio Nobel da Economia em 2008. É americano e nasceu em 1953. É professor na Universidade de Princeton. Ensina Economia e Assuntos Internacionais. Descreve-se a ele próprio como um liberal (à maneira americana, com o significado de tolerante, progressista, de ideias abertas). Geralmente classificado como de centro-esquerda, concorda a economia de mercado e a globalização. É portanto um tipo com ideias moderadas (como se costuma dizer). Há imensa coisa sobre ele na internet. Tem uma obra enorme e é colunista no New York Times e escreve para muitas publicações. Pessoalmente penso que a depressão actual é muito profunda, e que se não sairmos rapidamente, a bem ou a mal, do sistema capitalista, vamos sofrer um grave retrocesso civilizacional. Por isso proponho que incluamos este artigo no nosso blogue Estrolabio. (João Machado)
As recessões são comuns, mas as depressões são raras. Tanto quanto eu conheço, apenas dois períodos da história económica foram na altura comummente descritos como "depressões": os anos de deflação e instabilidade após o Pânico de 1873 e os anos de desemprego em massa que seguiram a crise financeira de 1929 a 1931.
Nem a Longa Depressão do século XIX nem a Grande Depressão do século XX foram períodos de declínio ininterrupto - pelo contrário, ambas incluíram fases de crescimento económico. Mas estes momentos de melhoria nunca foram suficientes para anular os prejuízos causados pela quebra inicial, e foram seguidos por recaídas.
Receio que estejamos nos primeiros estágios de uma terceira depressão. A probabilidade é que ela seja mais parecida com a Longa Depressão do que com a Grande Depressão, que foi muito mais severa. Mas o custo – para a economia mundial e, acima de tudo, para os milhões de vidas arruinadas pela falta de empregos – será, ainda assim, imenso.
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domingo, 20 de junho de 2010
Eu já meti o atestado!

Luís Moreira
Isto do Saramago passa, amanhã já ninguem se lembra se o Cavaco foi ou não ao funeral, tambem ninguem se importa, o que interessa é que temos que ganhar aos Coreanos, temos que "focalisar" nesse desiderato nacional de amor pátrio e orgulho de todo um povo.
O Deco sempre joga à direita ou vai para o centro? E vamos jogar no erro ou vamos atacar? O Simão anda chateado porque não jogou ? Afinal o que é que ganhamos em andarmos preocupados com a crise? Já percebemos que o Sócrates está confinado a umas tarefas parecidas com um amanuense às ordens da Srª Merkel, o orçamento vai passar a ser aprovado em Bruxelas, a constituição vai limitar a dívida, isto deixou de ter piada, agora vai ser tudo certinho, sem jogadas à Sócrates,divertimo-nos com quê?
Um tipo sem ciência nenhuma que ganhou o Prémio Nobel por puro acaso, um tal de Krugman, anda para aí a dizer que se a UE continuar nesta política de reduções para aqui e limites para acolá,corre o risco de entrar numa recessão económica da qual saíremos daqui a uns largos anos e muito mais pobres, ora eles que se entendam que nós por cá estamos entendidos, os subsídios vão chegando e a táctica só não a percebe quem não quer. Tudo ao ataque e fé em Deus!
E já sabem amanhã às 12.30h! Eu já meti o atestado!
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