O nosso amigo e colaborador Josep Anton Vidal enviou-nos há momentos esta mensagem:
Mis felicitaciones por el éxito de Estrolabio. Por este lado de la península andamos revolucionados por el ataque de la España más reaccionariamente nacionalista y troglodita, personificada en los jueces del Tribunal Constitucional -claramente inconstitucional-, que han decidido actuar como Grandes Inquisidores de la idea de España. No sé si la prensa portuguesa habrá dicho algo al respecto, pero te adjunto algunos artículos e imágenes de La Vanguardia de hoy, en PDF, sobre la manifestación multitudinaria de ayer en Barcelona como afirmación de dignidad nacional bajo el lema "Som una nació. Nosaltres decidim".(”Somos uma nação” e “Nós decidimos”).
Mostramos algumas imagens da grande manifestação realizada ontem em Barcelona. Um milhão e cem mil pessoas pelas ruas e praças da capital da Catalunha, segundo dados da Polícia Urbana.
Catalunha - o adeus a Espanha?
Mostrar mensagens com a etiqueta barcelona. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta barcelona. Mostrar todas as mensagens
domingo, 11 de julho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Apresentando António Sales
António Sales nasceu em 1936 em Torre Vedras. Começou a escrever com apenas 17 anos. Concluído o Curso Geral dos Liceus, foi colaborador da «Visor», da «Imagem» e da «Vértice», escrevendo sobre cinema. Em 1956, foi um dos fundadores do Cineclube de Torres Vedras. Entre 1961 e 1964, coordenou um “Suplemento Cultural” no jornal “Badaladas”. Interessou-se também por teatro e levou à cena “O Doido e a Morte” de Raul Brandão. Em 1964 trabalhou numa editora de Lisboa, Em 1972 criou, com dois sócios, uma agência publicitária, actividade em que, a partir de então, se profissionalizou. Durante 15 anos, publicou crónicas semanais no diário «A Capital».
Principais obras: um Diário de Espectador de Cinema (1961), A Primeira Manhã, contos (1964), Uma longa e Estranha Pausa, seu primeiro romance (1970) , Barcelona, Cidade na Catalunha, (1972), crónicas suscitadas pelas suas deslocações à capital catalã durante as quais privou com o grande escritor Manuel de Pedrolo (1918-1990), Requiem pelos fiéis defuntos, (1976), contos inspirados nos que viveram os tempos do fascismo, Corpo Enigmático (1993), Uma Mulher no Papel (1996), seu segundo romance, António Botto, real e imaginário (1997 ), biografia do grande poeta, Os Guardadores do Tempo, (2007), um grande painel sobre a vida em Torres Vedras no princípio do século XX, e Roteiro Turístico de Torres Vedras, (2008).
Principais obras: um Diário de Espectador de Cinema (1961), A Primeira Manhã, contos (1964), Uma longa e Estranha Pausa, seu primeiro romance (1970) , Barcelona, Cidade na Catalunha, (1972), crónicas suscitadas pelas suas deslocações à capital catalã durante as quais privou com o grande escritor Manuel de Pedrolo (1918-1990), Requiem pelos fiéis defuntos, (1976), contos inspirados nos que viveram os tempos do fascismo, Corpo Enigmático (1993), Uma Mulher no Papel (1996), seu segundo romance, António Botto, real e imaginário (1997 ), biografia do grande poeta, Os Guardadores do Tempo, (2007), um grande painel sobre a vida em Torres Vedras no princípio do século XX, e Roteiro Turístico de Torres Vedras, (2008).
Etiquetas:
antónio sales,
barcelona,
literatura portuguesa,
publicidade,
torres vedras
Subscrever:
Mensagens (Atom)


