(Continuação)
Ao longo dos seus mais de vinte anos de existência contribuiu para a afirmação da Antropologia no domínio das ciências sociais em Portugal, formou uma parte significativa dos antropólogos portugueses, incluindo docentes de outras escolas, e obteve, na última avaliação externa dos cursos de Antropologia efectuada pelo Conselho de Avaliação da Fundação das Universidades Portuguesas, a classificação global mais elevada dos cursos de antropologia existentes no país.
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Dicionário Bibliográfico das Origens do Pensamento Social em Portugal (35)
Portugal na Alvorada do Século XX
Manuel Villaverde Cabral
A Regra do Jogo, 1979
Como qualquer trabalho de investigação histórica, também este livro tem uma história, que convém, segundo as recomendações de Pierre Vilar na Introdução da sua Catalunha na Espanha moderna, lembrar muito rapidamente, tanto mais que, sem ser única no seu género, tal história difere um pouco da da maioria dos trabalhos puramente universitários. Com efeito, tanto o ponto de partida como a motivação deste estudo residem numa experiência de ordem antes da mais política. Depois de vários anos de oposição activa ao regime autoritário que se abatera sobre Portugal desde 1926, numerosos foram, entre os exilados políticos portugueses, aqueles que sentiram necessidade de saber algo mais sobre a natureza e os mecanismos de funcionamento desse inimigo que sobrevivia com tanto êxito, há tanto tempo, à resistência anti-fascista.
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Portugal na Europa de Oitocentos
Albert Silbert
Edições Salamandra, 1998
Portugal na Europa Oitocentista vem suprir uma importante lacuna da nona historiografia. Reúne doze estudos do historiador francês Albert Silbert publicados em revistas francesas e portuguesas cuja dispersão tornava quase impossível a sua consulta.
Albert Silbert nasceu em Paris, em 1915. licenciou-se na Sorbonne, em História e Geografia, em 1936. Aprisionado em 1940, esteve internado até 1945 num campo na Alemanha onde aprendeu português com outro companheiro de cativeiro filho de imigrantes portugueses cm França.
Após a Libertação, consagrou-se ao estudo da história de Portugal nos séculos XVIII e XIX. Publicou três dezenas de estudos sobre o regime liberal, os quais contribuíram decisivamente para a actual renovação da historiografia portuguesa.
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Portugal uma Perspectiva da sua História
Flausino Torres
Afrontamento, 1970
O volume que agora se publica carece de algumas palavras, introdutórias não tanto para referenciar ou apresentar o seu autor, mas sobretudo para lhe traçar os limites e explicar as razões da sua publicação.
Flausino Torres leccionou a cadeira de Cultura Portuguesa durante alguns anos, na Universidade Karlova em Praga, Checoslováquia. A necessidade de dotar o curso que regia com um instrumento de trabalho levaram-no a elaborar uma síntese da história da cultura e da civilização portuguesa; essa síntese acabou por transformar-se num pequeno manual ciclostilado que constituiu um primeiro ponto de partida para a reflexão e discussão sobre a evolução global da sociedade portuguesa.
Este volume é, assim e fielmente o pequeno manual de que, em 1970, se serviram os estudantes de cultura portuguesa daquela Universidade.
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Manuel Villaverde Cabral
A Regra do Jogo, 1979
Como qualquer trabalho de investigação histórica, também este livro tem uma história, que convém, segundo as recomendações de Pierre Vilar na Introdução da sua Catalunha na Espanha moderna, lembrar muito rapidamente, tanto mais que, sem ser única no seu género, tal história difere um pouco da da maioria dos trabalhos puramente universitários. Com efeito, tanto o ponto de partida como a motivação deste estudo residem numa experiência de ordem antes da mais política. Depois de vários anos de oposição activa ao regime autoritário que se abatera sobre Portugal desde 1926, numerosos foram, entre os exilados políticos portugueses, aqueles que sentiram necessidade de saber algo mais sobre a natureza e os mecanismos de funcionamento desse inimigo que sobrevivia com tanto êxito, há tanto tempo, à resistência anti-fascista.
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Portugal na Europa de Oitocentos
Albert Silbert
Edições Salamandra, 1998
Portugal na Europa Oitocentista vem suprir uma importante lacuna da nona historiografia. Reúne doze estudos do historiador francês Albert Silbert publicados em revistas francesas e portuguesas cuja dispersão tornava quase impossível a sua consulta.
Albert Silbert nasceu em Paris, em 1915. licenciou-se na Sorbonne, em História e Geografia, em 1936. Aprisionado em 1940, esteve internado até 1945 num campo na Alemanha onde aprendeu português com outro companheiro de cativeiro filho de imigrantes portugueses cm França.
Após a Libertação, consagrou-se ao estudo da história de Portugal nos séculos XVIII e XIX. Publicou três dezenas de estudos sobre o regime liberal, os quais contribuíram decisivamente para a actual renovação da historiografia portuguesa.
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Portugal uma Perspectiva da sua História
Flausino Torres
Afrontamento, 1970
O volume que agora se publica carece de algumas palavras, introdutórias não tanto para referenciar ou apresentar o seu autor, mas sobretudo para lhe traçar os limites e explicar as razões da sua publicação.
Flausino Torres leccionou a cadeira de Cultura Portuguesa durante alguns anos, na Universidade Karlova em Praga, Checoslováquia. A necessidade de dotar o curso que regia com um instrumento de trabalho levaram-no a elaborar uma síntese da história da cultura e da civilização portuguesa; essa síntese acabou por transformar-se num pequeno manual ciclostilado que constituiu um primeiro ponto de partida para a reflexão e discussão sobre a evolução global da sociedade portuguesa.
Este volume é, assim e fielmente o pequeno manual de que, em 1970, se serviram os estudantes de cultura portuguesa daquela Universidade.
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
República nos livros de ontem nos livros de hoje - 147 e 148 (José Brandão)

Portugal em Crise
Vários
Fronteira do Caos, 2006
A presente antologia, dá a conhecer alguns dos mais belos textos, de reflexão política e cultural alguma vez escritos em língua portuguesa.
Os autores que integram esta colectânea fazem parte de uma geração de portugueses que pautaram a sua acção pelos mais sinceros e nobres sentimentos de Amor à Pátria. O seu desejo manifesto era colocar Portugal entre os primeiros da Europa e do Mundo, sempre escudado na nobre pretensão consubstanciada pelas palavras de Augusto Fuschini
O leitor irá encontrar reflexões de alguns dos mais eminentes intelectuais portugueses, dos quais destacamos: a elegância literária de Vieira de Castro, a linguagem ardente de António José de Almeida, a ironia de D. Luís da Câmara Leme, a consistência intelectual de Manuel de Arriaga e Bernardino Machado.
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Portugal na Alvorada do Século XX
Manuel Villaverde Cabral
A Regra do Jogo, 1979
Como qualquer trabalho de investigação histórica, também este livro tem uma história, que convém, segundo as recomendações de Pierre Vilar na Introdução da sua Catalunha na Espanha moderna, lembrar muito rapidamente, tanto mais que, sem ser única no seu género, tal história difere um pouco da da maioria dos trabalhos puramente universitários. Com efeito, tanto o ponto de partida como a motivação deste estudo residem numa experiência de ordem antes da mais política.
Depois de vários anos de oposição activa ao regime autoritário que se abatera sobre Portugal desde 1926, numerosos foram, entre os exilados políticos portugueses, aqueles que sentiram necessidade de saber algo mais sobre a natureza e os mecanismos de funcionamento desse inimigo que sobrevivia com tanto êxito, há tanto tempo, à resistência anti-fascista.
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sábado, 31 de julho de 2010
República nos livros de ontem nos livros de hoje - 91 (José Brandão)
Joshua Benoliel
Repórter Parlamentar
Manuel Villaverde Cabral
Assembleia da República, 1989
A publicação do presente álbum justifica-se plenamente por duas razões principais. Primeiro, pela vivacidade das fotografias e pelo seu apontar para a emergência de uma modernidade à qual, efectivamente, Portugal tentou e, esporadicamente, chegou a aceder no primeiro quartel do nosso século. É importante que isto fique dito, já que a própria crise agónica do parlamentarismo é, porventura, o sinal mais evidente - se bem que problemático e, em derradeira instância, negativo - da pressão das forças sociais modernizadoras sobre o sistema político liberal.
Em segundo lugar, a iconografia contida neste álbum surge como um testemunho palpável das virtualidades que só parlamento possui para representar os valores vivos e os interesses legítimos de uma sociedade moderna.
(da introdução de Manuel Villaverde Cabral)
Repórter Parlamentar
Manuel Villaverde Cabral
Assembleia da República, 1989
A publicação do presente álbum justifica-se plenamente por duas razões principais. Primeiro, pela vivacidade das fotografias e pelo seu apontar para a emergência de uma modernidade à qual, efectivamente, Portugal tentou e, esporadicamente, chegou a aceder no primeiro quartel do nosso século. É importante que isto fique dito, já que a própria crise agónica do parlamentarismo é, porventura, o sinal mais evidente - se bem que problemático e, em derradeira instância, negativo - da pressão das forças sociais modernizadoras sobre o sistema político liberal.
Em segundo lugar, a iconografia contida neste álbum surge como um testemunho palpável das virtualidades que só parlamento possui para representar os valores vivos e os interesses legítimos de uma sociedade moderna.
(da introdução de Manuel Villaverde Cabral)
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