Cerca de 200 pessoas marcaram presença na cerimónia que, mais do que lançar o livro “Era uma vez em Outubro”, serviu de sincera homenagem à autora, Eva Cruz
Na mesa, da esquerda para a direita: Dilma Nantes, Suzana Menezes, Cristina Marques, Miguel Amorim, Eva Cruz, Pedro Nuno Pinto de Oliveira, Susana Silva e Clara Reis. Na guitarra, Manel Cruz, encerrou a sessão com “Capitão Romance”
Na mesa, da esquerda para a direita: Dilma Nantes, Suzana Menezes, Cristina Marques, Miguel Amorim, Eva Cruz, Pedro Nuno Pinto de Oliveira, Susana Silva e Clara Reis. Na guitarra, Manel Cruz, encerrou a sessão com “Capitão Romance”
Para apresentar o livro à vasta audiência, seis antigos alunos e uma representante da autarquia sentaram-se à mesma mesa de Eva Cruz. Muito emocionada, a antiga professora de inglês e alemão dirigiu-se aos seus “meninos” que marcaram presença da sessão e que reconhece “por baixo dos cabelos brancos e de algumas rugas”. Apresentou “Era uma vez em Outubro” como um livro “desejado pelos alunos” e prometido por si. “Quiseram ser eles a apresentar o livro”, disse a professora, que concluiu estar presente um “grupo significativo do mar de alunos” por onde navegou. Na audiência, esse mar ganhava outras proporções com várias gerações de políticos, médicos, engenheiros, sapateiros e até o antigo reitor do liceu entre os presentes. Eva Cruz dirigiu palavras de agradecimentos a todos, em especial à família e amigos da terra natal. “São 40 anos de atividade em S. João da Madeira, mas eu sou de Vale de Cambra”, lembrou. Dirigiu-se ao irmão, Adão Cruz, o “parceiro, crítico, produtor” para agradecer a “beleza literária do prefácio”. Ao sobrinho Manel Cruz, “o artista que todos conhecem”, a autora agradeceu a capa do livro e “o entendimento que faz das (minhas) pequenas coisas”.




