Carlos Loures
Este ano de 2010, foi o ano das comemorações do centenário do Professor Ricardo Carvalho Calero (1910-1990), ano que está a chegar ao fim. Com júbilo, os que amam a Galiza, a sua língua, a sua cultura, puderam confirmar que há muitos galegos apostados em recuperar a subjugada identidade da sua Nação. Honrar a memória de Ricardo Carvalho Calero é uma das maneiras de o fazer.
Não sei se é oportuno ou se alguma coisa já se está a fazer nesse sentido, mas parece-me que deveria ser dirigiada uma petição à Real Academia Galega no sentido de em 2011 ser Ricardo Carvalho Calero a ser homenageado no dia das Letras Galegas. Porque é inacreditável que ainda não tenha sido escolhido. Na realidade para quem, como eu, está analisando a questão de fora, tendo apenas os dados disponíveis a toda a gente, torna-se incompreensível que a um homem como Ricardo Carvalho Calero que, inclusivamente, foi indigitado como presidente da Real Academia Galega, seja negada a homenagem que desde há dez anos lhe é proposta. Porquê?
Este ano de 2010, foi o ano das comemorações do centenário do Professor Ricardo Carvalho Calero (1910-1990), ano que está a chegar ao fim. Com júbilo, os que amam a Galiza, a sua língua, a sua cultura, puderam confirmar que há muitos galegos apostados em recuperar a subjugada identidade da sua Nação. Honrar a memória de Ricardo Carvalho Calero é uma das maneiras de o fazer.
Não sei se é oportuno ou se alguma coisa já se está a fazer nesse sentido, mas parece-me que deveria ser dirigiada uma petição à Real Academia Galega no sentido de em 2011 ser Ricardo Carvalho Calero a ser homenageado no dia das Letras Galegas. Porque é inacreditável que ainda não tenha sido escolhido. Na realidade para quem, como eu, está analisando a questão de fora, tendo apenas os dados disponíveis a toda a gente, torna-se incompreensível que a um homem como Ricardo Carvalho Calero que, inclusivamente, foi indigitado como presidente da Real Academia Galega, seja negada a homenagem que desde há dez anos lhe é proposta. Porquê?




